terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Eu, e meu grande amor

História Real: 11 de agosto de 2010 - (até hoje)

Assim como fiz uma homenagem a Júlia, irei fazer uma especialmente a Marcella, que me aturou nesses ultimos 4 meses.

Tudo começou quando estava sendo treinado pelo Lucas, lembro suas palavras até hoje:

"Reinaldo, você pode esquecer o trajeto, mas não vai esquecer da garota da Augustus".

A principio desacreditei, lógico que falava a mesma coisa da Mayara da Barsotti, (garota aliás que tentava prender minha atenção, gerando sérios atrasos). Chegando no Edificio Itália, entrega na VipTrip, depois na Augustus. Quando olhei a garota, realmente concordei com ele, mas como estava tentando prestar atenção no trajeto, não aproveitei o momento como deveria.
Como pra mim o trajeto começou a virar rotina, logo passei a considerar a Augustus mais uma agência comum, de forma que só ficava 1 minuto.

Lembro que na semana após ao meu acidente, ela foi uma das poucas que realmente perguntou algo sobre o acidente. (Outras agências só citaram algo, quando eu mesmo disse algo a respeito...rs).

Passa o tempo de novo e começo a ver ela de forma diferente, passamos a conversar mais vezes, eu, sempre muito tímido, aliás algo muito normal...rs.

Chegando o mês de novembro, no qual eu abri mão da faculdade e comecei a sentir uma baita tristeza, uma das poucas pessoas que me ouviu, e não criticou o que acredito, foi ela. (Talvez um dia relate essa história sobre a USJT, para alertar outros que estão nessa fase).

As provas dela começaram 2 semanas depois, como tinha apoiado moralmente o Estênio e ele tinha tirado boas notas, resolvi fazer o mesmo com ela. E não é que deu certo? Prova a prova, foi tirando boas notas e quando faltaram 2 notas, ela apertou minha mão... (momento bom, deu uma vontade de cantar "What a Feeling" do Peter Luts...rs


Lembro que nessa mesma época, estava tentando conseguir o e-mail dela, por questão de lógica, vi que ela sempre colocava seu nome quase completo na hora de assinar, assim consegui o orkut. Não satisfeito, não sei d'onde tirei coragem, e pedi. Ela não só me passou o e-mail como o celular... devo admitir, quase cai pra trás... na escadaria comemorei como se fosse um gol... novamente bateu uma vontade de cantar a música do clipe acima...rs

Sempre vi a Marcella como uma garota forte, decidida, meiga, autosuficiente. Mas inesperadamente li um tweet que me deixou com dúvida, ao pergunta-la sobre o assunto, pude notar que essa incrível garota também tinha um lado frágil, que pela primeira vez pude compartilhar novos sentimentos com ela. Sei que sou horrivel com as palavras ditas, mas escritas sou acima da média, se não já teriam parado de ler essa porcaria de blog faz tempo. Tentei fazer com que ela visse a situação pelos olhos de quem vê essa realidade todo o dia. Mas vida que segue, novamente esse amor de pessoa está saltitante com a vida. Devo declarar que tenho uma foto sua que sempre me acompanha enquanto faço entregas, é o jeito de não me sentir tão sozinho (apesar da multidão que caminha ao meu lado..rs), a qual me inspirou a escrever 3 canções, 2 ela já conhece, outra continuo deixando oculta, talvez ela conheça algum dia.

Não sei se você irá ler esse texto que fiz para você linda, mas saiba que hoje, após passar pela ultima vez (no que depender de mim, será a ultima apenas tendo você como funcionária da Augustus, 2011 assim como todos anos ímpares espero que você faça parte dele) na agência da garota inesquecível, a música que tocará no meu coração será essa:

(Para ouvir a música basta clicar no link, ou pode relembrar o desenho assistindo abaixo)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Eu, e o peladão

História Real: 17 de dezembro de 2010

Antes de que eu esqueça essa história trágica, deixa eu conta-la para vocês.

No dia 17, tinha poucas entregas, logo inventei de apostar com meu chefe de setor, até aí beleza, tava tudo correndo bem, fiquei de queixo caído com a Marcella, como de costume...rs
Continuei fazendo as entregas em um tempo normal, até chegar na Estação Vergueiro. Segundo a aposta eu teria que chegar 13h na empresa, e aí o bicho pegou (12h17).

"Aposta cancelada, o bilhete da empresa não tá funcionando"
by Eu


Nisso meu chefe já começou a se achar, corri para pegar o 5290 - Praça João Mendes, no qual perdi 20 minutos, cheguei na Tunibra, aonde fui atendido pela Srta. S. Sayuri a qual disse que realmente essa aposta eu tinha perdido. (Isso era 12h43)... fiz correndo as entregas da SHT, Interpac, Hikari, Akari, Daikiti.

Mas agora o peladão entra em ação, lógico que não comigo, entenderá o porque a seguir.

Após a entrega da Daikiti (ou Jath) é grande a distância até a próxima agência (Trekair ou Atmosfera), logo eu sempre faço de ônibus. Peguei o 2002 - Term. Pq Dom Pedro II.. nisso o relógio passava o tempo... 12h57... entrego para a linda Joana Gracilo (o tempo passa mas ela não muda).. deixando o gracejo de lado, mesmo porque atualmente meu coração está em outro rumo...rs pego o ônibus 702P-42 - Butantã, rumo a empresa. Putz... trânsito de novo. Perco a aposta, e meu chefe manda um sms dizendo:

"Aí nego, já pode trazendo o meu milkshake"
by Chefe boiola

Fazer o que né? Respondi perguntando qual sabor ele queria. Nisso passei na Atmosfera, HPG e Astra. E o trânsito não diminuia. Peguei o 408A - Praça da República, e fiquei com cara de tacho vendo que foi o maior erro do meu dia. Quando chego no Viaduto do Chá, eis que vejo carro de bombeiros, CET, curiosos. Pensei, putz, atropelaram mais um motoboy. Nada disso. Olho novamente, eis que vejo um nego de 1,80, de sunga preta, rebolando com uma camisa na mão, a qual girava com uma desenvoltura bizarra. Os populares tiravam fotos, gravavam videos... até ia tirar uma foto. Mas pensei 2 vezes, e vi que não compensava perder tempo com nego pelado...rs

Passando daquele ponto tudo aparentava estar normal. Perdi a aposta, mas foram apenas R$3,00 jogados fora, tranquilo.

Lição?
No Centro só tem doido, rara as exceções, se é que elas existem nessa situação. Confiro essa tese com esse post:


Programação do Rey:
23/12/2010 - Especial Rick Astley - 23h



Watch live streaming video from tvhotmixkids at livestream.com

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Eu, o Super Trend

História Real: 19 de novembro de 2010

Estava eu, fazendo entregas da tarde, semana tenebrosa por causa dos feriados, acumulou serviço, e eu na rua. Até aí normal, sou pago pra isso.
Mas tipo, fiz as primeiras entregas normal, aparentava ser apenas mais um dia comum, até que eu fiz Nix Travel, e a chuva parecia que iria começar a cair. Fui para Salvatur, e notei o medo das pessoas, ao meu redor, pareciam formigas desesperadas pois um gigante pisaria nelas.
Entro na agência, saio dela. E eis que vejo o temporal, fazer o que, tenho que terminar de entregar. Vou para Tour House, que vendo minha situação deplorável por causa da chuva permitiu que eu entregasse fora do horário de funcionamento. Vou para Fiel Tours, e também percebem que a situação estava crítica.

Agora sim, vem a parte bizarra da história. Saindo da Fiel, costumo ir para a Vip Trip, mas como muito confiante em minha performance, não sei pq q gastei R$0,39 com a ridicula mensagem...

"Eu sou o superman da Trend"

Nisso caem 2 raios perto d'onde estou.... como sou medroso quanto a isso, saio correndo que nem um condenado rumo a Vip Trip.

Lá fui recebido com muito carinho, resumindo... sendo zuado por estar todo encharcado num temporal, eles queriam que eu estivesse como???

Por sorte a Marcella deu toda a atenção que o pobre boy queria. E por sorte a chuva não atrapalhou ela a fazer a prova que tinha no dia. (Tenho que confirmar essa informação.) Vou para a BSP. O Luiz aparentemente tranquilo, voltaria do trampo de ônibus. E termino o trajeto passando na Londontur, aonde a bela Vanessa me recebe, e fica apreensiva quanto a Linha 1 - Azul.

Resumindo, me senti o cara, e foi aí que puxaram meu tapete...rs

Lição?
Não compensa se achar, sempre algo virá contra isso...rs

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Apenas mais uma história de verão

História Real: 13 de dezembro de 2010

Sim, você não entendeu errado, é uma história de verão, vocês verão tempestade de verão, isso sim.

Tudo começa as 15h40 quando pergunto a Luzia se teria entrega na Paulista, ela me diz com um sorriso no rosto que sim. Lembro de ter visto o céu as 14h46, e ele não estava muito agradável.

Até aí tudo bem, fui fazer os serviços internos... fiquei até 16h abrindo cartas, hora que chegaram as entregas, mas aí como aparentemente tava td tranquilo, fiquei ajudando até ouvir um trovão as 16h14... aí a parada ficou feia, peguei tudo e sai correndo para entregar... tarde demais.

Chego na rua, a Sete de Abril x Ipiranga estava alagada, as pessoas andavam com seus guarda chuvas tranquilamente rumo a estação, enquanto eu e outros corriamos como pobres animais na chuva.

Entro no metrô, a paz invade meu coração até que desço na Brigadeiro. Noto que o acesso está encharcado, só me resta correr, corri como nunca, cheguei rapidinho na Jatobá Turismo. Mas e agora pra voltar? 17h04, chuva fortíssima, parei, esperei, esperei, esperei, e corri, subi a R. Dr Rafael de Barros correndo, sem óculos, chego na Brigadeiro as 17h18, todo molhado, e sem esperanças de voltar pra empresa. Claro, sempre quando tá ruim, eu consigo reverter, mas sempre mesmo??? Inventei de ir para a Consolação, e de lá seguir de ônibus até o Anhangabaú, mas tipo, chegando na Consolação, a chuva voltou a ficar forte, resolvi correr junto com uns caras que também iriam para o ponto. Esperamos o sinal fechar e atravessamos a primeira, depois a Bela Cintra, o problema é que da Cintra pra Consolação, acabaram os toldos, então corremos por correr, e um carro jogou água em um dos caras... o sinal abriu, e eu cheguei finalmente ao ponto.
O tempo passou, 17h48, tive que abrir mão de fazer uma entrega para ter condições de fazer outras 2. Fiz GSP, onde o recepcionista tirou um sarro da minha cara, aquela piadinha velha de que a chuva é o suor por ter corrido.
Cheguei na Londontur, e vi a doce Vanessa, que se tivesse feito piadinha, não revidaria, porque o que importava é que eu já tinha praticamente terminado as entregas.

Chegando na empresa, vejo alguns fazendo piadinhas, pego o elevador, e vejo o chefe de setor indo embora (engraçado é que ele deveria me esperar chegar para poder ir embora)... como não iria deixar barato, pedi um abraço dele... todo mundo começou a rir, mas putz, quem é aquele cara??? W. P. Jr... um dos donos da Trend, putz... tô lascado, torçam pra ele não ter visto o meu nome no crachá, porque se não tô na roça...rs

Entro no departamento, todos olham assustados, me oferecem uma camiseta seca, q estou usando exatamente agora. E aproveito para lançar minha candidatura para Melhor Funcionário em Superação: visto que quem da Trend já foi atropelado, já tomou 4 vezes chuvas em menos 5 horas, e enfrentou 2 vezes o medo de raios (uma delas foi hj) só para terminar o circuito?

Lição?
Acho que preciso de um aumento de salário, tô ficando gripado por muito pouco...rs

Para animar, que tal uma bela canção na chuva???

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Eu, e a loteria esportiva

História Real: 21 de Março de 2009

Sim, nessa história temos um bilhete premiado, para você que acredita que tem visões noturnas após ter comido que nem condenado na janta, esse é o seu lugar.

Ano de 2009, Pipokeirrison era sensação no Palmeiras, todos acreditavam que aquele time iria longe, não sei o que aconteceu, mas na madrugada anterior ao jogo eu tive um sonho.

Lembro que eu tava deitado no sofá como se fosse mais um jogo de domingo (apesar desse jogo que irei mencionar tenha ocorrido num sábado)




Estava assistindo a Globo, até que surge o placar na tela, Guaratinguetá 1 x 1 Palmeiras, era uns 39 minutos do segundo tempo (para alguns 84min)...

Acordei assustado, com muita raiva do meu time, até ver que tava na hora de ir pro culto, fui, contei o que sonhei para o @SchwarzArtur, ele ficou incrédulo.

Como era sábado, lógico que não assisti o jogo, não por causa da religião, mas sim por causa que sou um garoto muito humilde, sem tv a cabo, e muito honesto, sem tv a gato...rs

Tinha coisas mais importantes para fazer do que acompanhar o jogo, tipo assistir a novela, porque tinha alguém no computador, quando fui pesquisar o resultado, adivinhe o que aconteceu?

Sim, meus caros leitores, Palmeiras entregou o resultado para o Guará...



Lembrando que não se trata de um mero chute, eu sonhei e aconteceu, tenho que sonhar menos, só tenho sonhado desgraça...rs detalhe, não consegui ganhar dinheiro com esse jogo por era menor de 18 anos...rs

Lição?
"Coma menos no jantar, pode ser que dê merda no final do seu sonho."


sábado, 4 de dezembro de 2010

Eu, o adivinho?

História Real: 21 de Setembro de 2010

Lendário dia 21 de setembro de 2010, data também da história: O dia em que sai com uma publicitária e uma médica, a cidade de São Paulo parou, deixando 150 mil na pior de manhã e deixando o congestionamento da cidade a noite em altos indices.

Voltemos para o meu incrível dia, como sempre acordei 05h30, fui tomar meu banho demorado, devo ter saido do chuveiro as 05h46, enrolei pra terminar de me arrumar, e devo ter ido pra rua 06h15 como de costume.
Chego ao metrô por volta das 06h30, sabendo que pela lógica eu chegaria atrasado, fiz o seguinte, peguei a Linha 5 (Capão até Santo Amaro), depois a Linha 9 (Santo Amaro até a Cidade Jardim), não sei o que aconteceu, mas algo me disse para não ir até Presidente Altino para pegar a Linha 8 (Presidente Altino até a Barra Funda), para pegar a grande Linha 3.
Quando deu algo em torno de 07h15, percebi que seria impossivel chegar a tempo, então desci na Estação Cidade Jardim, segui a boiada até a avenida de mesmo nome, peguei o ônibus, e cheguei na Trend por volta das 07h50, me sentindo o cara por ver que eu era um dos poucos que tinham chegado.

Fui fazer as entregas, e quando cheguei na minha agência predileta do roteiro do Centro, a Marcella me pergunta se não tive problema com o metrô, eu respondi que eu desisti de só usar o metrô/trem, e mesclei com ônibus. Ela me olha como se eu fosse um apostador que acertou os números, e saio de lá me sentindo o Pai Reinaldo de Ogum...rs

Quando vou fazer entrega na penultima agência da Liberdade, o ascensorista confirma tudo o que a Marcella disse, e desde então passei a mesclar 6***/31 -> L5 -> 6450...

Recordar é viver, logo reveja essa noticia.
Problemas no Metrô causa reflexo em 18 estações (G1)

Em breve postarei a história do dia que eu deveria ter jogado na loteria esportiva...rs

domingo, 28 de novembro de 2010

Eu, o 2Pac Brasileiro

História Real: 27 de Novembro de 2009

Sentiu saudade? Então voltei... fiz essa pausa em respeito ao garoto que morreu na história anterior... muitas novidades chegaram. Mas vamos a história de hoje.

Essa é uma história comemorativa, em homenagem a minha apresentação final no José Lins do Rego, vulgo "Regão".

Tudo começou 6 meses antes, quando tentava montar uma música para apresentar no trabalho de geografia, na qual falasse de racismo e politica. Fui aplaudido, mas eu tremia como se fosse morrer na frente deles.
Desde então fui compondo outras para alguma eventualidade. Cheguei a compor uma sobre minha história de vida, numa paródia interessante de Coolio & LV - Gangsta Paradise. Mas como ela foi feita 24 horas antes da apresentação final, abri mão dela. Cheguei a fazer uma também sobre as garotas da minha vida, com base no Akon - I'm So Paid, porém essa nem cheguei a cogitar a apresentar. Madrugada de quinta para sexta, estava chegando a hora de se apresentar, fiz o seguinte, gravei o instrumental editado por mim do Coolio e também a Runnin' do 2Pac com Notorius BIG.

Chegou o grande dia, notei diversas ausências, Su, Line, Ju (lesionada, entendo), da sala contei nos dedos os que estavam lá só para assistir e não participariam...

Dany veio me cumprimentou, desejou boa sorte, Srta Beiçola se enturmou com a Dany (momento raro), Vitor, Thiago (vulgo Edson) e Rodrigo (o Fudriguinho da galera) também se juntaram para apoiar. Saiu a lista de apresentações, soube que apresentaria as 10h30, então coloquei meu social, a la Jay-Z em Show Me What You Got, e fui pra luta.

"Agora vocês ficam com um rap do Reinaldo, 3°D"
By Dona Geisa

Devo admitir que estava apavorado, encontrei a Ana Luiza e pedi para que ela gravasse o video pra mim, pois sabia que seria minha ultima apresentação de rap para mais de 200 pessoas. Passei pelo Andrew, mas não deu tempo de pegar o colar dele pra mostrar algum tipo de ostentação. Testa pergunta para mim como você pode ver no video, que música era, e avisou que iria começar a tocar.

Aí mano... aí gelou... começou a tocar, vi aquele povo todo, era hora de segurar a responsa. Me foquei no Professor Maiko e na Renata Paula ex-3°C, e comecei a cantar. O professor estava tão feliz que de tanto dar força acabei me perdendo na letra, percebendo que aquilo só iria fazer eu me arrebentar, esperei chegar nas ultimas frases da estrofe pra retomar e chamar o publico pra coletivizar comigo.

Segunda parte... tranquila... lógico... é a parte que eu chamo os manos de cor pra representarem... a essência da música... alguns entenderam... outros só bajularam depois mas tudo bem.

Último refrão... cara como o som era horrivel, não dava pra fazer o pessoal cantar comigo, então fiz o sinal da cruz com o corpo pedindo para a galera acompanhar balançando os braços, entenderam bem, foi só terminar que noto gente de tudo que é lado vindo me abraçar, percebi que tudo ali valeu a pena.

Alguns após me cumprimentaram pela letra, outros pela coragem em se apresentar sozinho, as tias da escola disseram que minha mãe teria ficado orgulhosa (dúvido, dona Lene odeia esse tipo de música...rs)... e por aí vai.

Então após toda essa narrativa, veja a letra e confira a apresentação de:




"Matando a Vida"
Mano Minhoca

Pois amanhã pode ser sua vez

Vamos queimando a língua ser ver o mal que faz
Alguns té perdem-se e não encontram a saída
Sujam o nome assim e não conseguem limpar
Vamos matando a vida e vendo no que vai dar

Cheque
Jogue toda a sua fúria para que ela um dia não te destrua
Ouço apenas o Big Small dizendo: "Isso mano, vai vai vai"
Já falei que de politica não se discute
Pois vão te enganar várias vezes
Do mensalão até o castelo
O nosso congresso tá cheio de pregos
Chame a policia se puder
E quando os pilantras verem a câmera da Globo vão chorar
Mas eles se safam, várias vezes
Pois a CPI pode pesar na deles
O Brasil é um país com festival de coronéis
Que jogam com cartas marcadas

Refrão

Vê se não perde
Memoriza, é assim que as coisas acontecem
Hoje você quer e amanhã você se esquece
O iniciante sempre tenta botar terror
Mas acaba apanhando no corredor
Meretrizes por aí é o que mais existe
Ela te vende e depois diz que se sente
E em mim as vezes
Volta aquela raiva que me consume
Porque nem tudo a racismo se resume
E até mesmo quando surge
Ser preto sempre foi e será meu motivo de orgulho
Isso é algo que me fortalece
Veja o Capão que só cresce
Não me estresse
Aprendi que na zona sul nasci e vou morrer
E no dia que os "coxinhas" aqui aparecer
Vou me fu
De norte a sul você pode ver
Que apesar de tudo sempre somos alvos vulneráveis

Refrão


Obrigado a todos que estiveram lá presentes, obrigado Dona Geisa pelo comentário após a apresentação... nessas horas concordo com Mano Beiçola, o tempo passa e a gente nota que é real a letra de Thaide e Dj Hum - Senhor Tempo Bom

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Alguém semelhante a mim, sem final feliz (Corrigido)

História Real: 18 de novembro de 2010

O dia para mim começou assim:

05h30 - Acordei
05h58 - Sai do banho
06h13 - Fui pegar o ônibus
06h21 - Estava no Metrô Capão Redondo
06h34 - Estava no Terminal João Dias
07h - Cheguei a Av. Santo Amaro

07h - Horário que os alunos chegam ao E. E. Tenente Ariston de Oliveira e E. E. José Joaquim Cardoso (vulgo JJ)... enquanto eu reclamo do meu dia, isso aconteceu a poucos metros de casa.

"Segundo informações, aconteceu hoje (dia 18/11) as 07h13, um atropelamento de um garoto de 12 anos, na Rua João Cruz e Sousa, ponto final do 6820/10 e/ou 31 - Jardim das Rosas. O garoto estava pedindo carona para ir a escola pela porta traseira, como fazia de costume, e o motorista não parou o veículo para o garoto descer (visto que ele não tinha deixado pegar carona), logo, esse caiu do ônibus, e o pneu traseiro do ônibus passou por cima dele. O garoto ainda vivo tentava sair do caminho da roda. Com os gritos do povo que estava na ponto, o motorista deu ré, e pegou a cabeça do garoto. (A partir daqui não contarei mais detalhes pois nem eu estou conseguindo escrever). O motorista sabendo que iria ser linchado pela população, saiu correndo pelas ruas do bairro deixando o ônibus a poucos metros do ponto de partida. Segundo minhas fontes foi um 6820/10 com porta central"


Sei que é chato pra caramba nego pedir carona, mas como 2pac disse, o que você faz para uma criança, volta 2x para você. Já pedi muita carona, hoje trampo e faço facul, e os caras q deixavam eu passar por baixo alguns tem orgulho de mim outros nem lembram mais... mas saiba (se vc for motorista ou cobrador) que a gente depende de vocês para chegar a algum lugar. Mas que não seja no 6805/10 (Cem. S. Luiz)

Só para deixar bastante claro, minha intenção não é polemizar ou coisa do tipo, mas gostaria de pedir aos motoristas e cobradores das linhas 6820/10 e 31, 7050/10 e 6038/10 para terem cuidado. O povo tá com raiva e em sinal de protesto deverá queimar ônibus em breve.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O dia que fui "chapado" para a prova

História Real: 15 ou 22 de junho de 2010

Essa é uma homenagem a quem for fazer provas. Principalmente para @MariiiNeves e @Marcella
Estava eu, indo para a faculdade, fazer a prova oficial, peguei o ônibus até o Terminal Capelinha, tava sem grana, então esperei sair do terminal, para então pedir para passar por baixo da catraca. Nisso aparece uns 4 malucos com a mesma intenção. Sabendo que o cobrador ficaria nervoso comigo se pedisse após os caras.


Eu, logo que o ônibus saiu do terminal, pedi ao cobrador, que deixou como de costume. E depois todos os outros também passaram, eu, inocentemente sentei na penultima fileira do ônibus, tendo a ultima vazia, aonde os pseudos "vida loka" sentaram.
O tempo foi passando, e como eu queria, nada aconteceu. Mas quando chegou próximo ao Shopping Ibirapuera, nego começou a se revelar. Começou com:

"Queria descer aqui e encarar aquele velho. Ia chegar e falar assim: E aí playboy, é um assalto."
by Malandrão do Guetto
Quando comecei a me preocupar com o que estava acontecendo ali, começo a ouvir alguém desembrulhando um pacote, e ouvi novos comentários:

"Mano, acho que vou fazer que nem aquele dia que fumei um bang dentro do busão pro centro" 
By Malandrão do Guetto

É... e o medo de que o cara começasse a fumar ali, será que eu iria fazer a prova doidão? Como iria fazer pra chegar em casa estando fora do normal??? Será que minha mãe iria notar?

Não amigos, não foi nesse dia que fui realmente fazer a prova chapado, pois ao ouvir aquilo fui para a primeira parte do ônibus articulado, e quando olhei para trás, eles estavam descendo do ônibus, na região do Parque Ibirapuera, acredito que nesse dia coisas normais da vida aconteceram, tipo assaltos, utilização de produtos quimicos ilegais, e coisas do tipo.


Lição? A caminhada rumo ao centro após as 18h é mais segura feita de helicoptero, caso você não tiver condição monetária para tanto, boa sorte, poderá qualquer dia ficar chapado com o cigarro do capeta de outros.


(Essa imagem fará sentido nesse texto, se você achar que o primeiro e o ultimo transeunte estiverem com porrete na mão...rs)

domingo, 14 de novembro de 2010

Eu e a Praça da Sé

História Real: Abril de 2010



Estava eu voltando da faculdade, pego o 2001 - Praça da Sé, nele tinha umas 5 pessoas, voltando da zona leste por volta das 23h. Descem no ponto final, eu e mais 3 pessoas. Chegando na Praça da Sé, vejo 2 mendigos compartilhando o mesmo cobertor. Até aí normal, noite fria na capital. Mas porque eles olhavam tanto para trás???

Pressentindo que alguma merda iria acontecer, vi que do ônibus desceu também um cara com o casaco do Corinthians. Logo pensei que seria seguro seguir com o cara até uma área que aparentasse ser mais segura. Foi o que fiz. Segui o cara até uma rua paralela a Rua Benjamim Constant, e notei que os caras do cobertor ainda olhavam bastante para trás. Teve uma hora que eu passei pela direita, e o corinthiano pela esquerda. O mendigo olhou pra mim e disse:

"É... dessa vez você teve sorte!"
by Mendigo da Praça da Sé

Desde então nunca mais passei naquela região depois das 23h.


Lição: essa é com base nos ensinos baseados na informação do @Lucas_Sky, para você não ser assaltado, vista-se com uma bermuda e uma regata parecendo um mano do capão, use vocabulos só utilizados no gueto. E se alguém te abordar, diga: "Vai Curintia!"



Próxima História: "O dia que fui chapado para prova"

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Eu e a Móoca

História Real - 6* de abril de 2010

Não segui a ordem cronológica quanto aos meus atropelamentos, mas aqui vai o primeiro que me recordo quanto a veiculos automotores.

Estava eu, indo para a faculdade, atrasado como de costume, também, na época as coisas eram tão dificeis, que eu usava as integrações do bilhete único para ir e voltar da faculdade (como não sei, visto que eram 6 ônibus... era calote em 2).

Acredito que era a Rua Bresser que era paralela a faculdade e perpendicular a Rua Taquari, a qual passei correndo pela calçada. Tem uma banca de jornal e diversos bares com gente conversando, e eu curtindo músicas no meu mp3. Eis que vejo a frente 2 caras conversando encostados num muro. Antes de eu passar por eles, escuto um dizendo: "Cuidado, cuidado!"

Olho para o lado e vejo o farol de milha, pensei "*qp, fui pro saco".

Quando o carro chegou, um corolla preto muito bonito, fiz o seguinte, coloquei a mão no capô do carro, fazendo um esforço enorme para não cair, o fone de ouvido enrolou na mão o que dificultou um pouco. Quando já estava caindo em cima do carro, consegui terminar de atravessar a frente do carro. O dono do carro finalmente pára. Eu não sabia se eu ficava pra reclamar, ou se corria pra evitar confusão. Fiz o faria normalmente, corri.

Chego na faculdade, e conto para o Davi, Vínicius, Thiago e Diego, mas ninguém como sempre acredita. Mas isso era apenas o início da noite mais complicada da minha vida (até aquele presente momento)



Lição? Olhe para os dois lados mesmo que estiver simplesmente na calçada, tem retardados com CNH por todos os lados, capaz de um dia um carro ainda cair em cima de mim


Essa história tem como continuação "Eu e a Praça da Sé"...
Sábado, 13 de novembro estará disponível para leitura... aguardem

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Eu e o Enem

História Real: 4 e 5 de Dezembro de 2009

Ano passado me traz belas recordações do Enem, me cadastrei no primeiro dia, e o site já estava lento. Após a época de inscrições, começou a dar problemas. Ficou decidido que a prova seria feita em 2 dias, sábado e domingo, das 13h as 18h. Mas eu e diversos adventistas espalhados pelo país passamos a ter problema com esse horário no sábado.
Em um acordo com o INEP, ficou decidido que os guardadores do sábado fariam a prova das 19h as 23h, tendo que ficar das 13h as 18h sem fazer nada, "encarcerado" numa sala. Mas agora um novo problema. Como vou fazer a prova nesse horário?

Aí sim hein, vi vantagem. Em meados de setembro a prova saiu, com isso foram permitidas atualização dos dados, aí consegui reverter a situação.

Com tudo certo para fazer a prova, descubro que a prova caiu na Av. Paulista na altura de 200. Na época eu fazia curso na Av. Rebouças, 1169 (antigo edificio da Microcamp, hj abandonado), depois do curso fui com Miguel Scuder ver onde era o local da prova, e após isso retornei a minha casa.

Fiquei sabendo que mano Jander iria fazer a prova no mesmo local, então marcamos de ir junto... mas tipo... porque cargas d'água fui marcar perto do Banco Itaú ao invés de na casa dele?
No horário marcado, fiquei lá esperando ele, como não sabia qual era o carro da mãe dele, depois de 10 minutos resolvi ir sozinho.

Pego o 6475 - Pça da Bandeira, e quando chega nas proximidades da Rua Padre José Jambeiro (região do Terminal Capelinha), tento chamar a atenção dela, pedindo para que ela virasse a esquerda após o sinal. Mas ela não viu.

Desço do ônibus no ponto seguinte, e ela prosseguiu dirigindo, por pouco não alcanço o carro dela. Mas tipo, aproveitando que já estava no ponto que leva ao centro, pego o 6455/10 - Largo São Francisco. Na Estrada de Itapecerica, vi pela ultima vez a dona Marluce. Eu sigo pela João Dias sem transito. E eles pela Marginal, congestionada. Eu sem saber por onde ir, desço na 23 de maio, e sigo pelo Viaduto Tutóia e outras ruas da região. Chegando na escola o Jander diz que tinha chegado apenas 10 minutos antes.

Na prova encontramos com outros adventistas na mesma sala, e ficamos conversando como se estivesse no pátio da igreja. O tempo foi passando e a gente foi fazendo lanche ou falando da igreja que frequentava.

Quando deu 19 horas, o instrutor deu a prova, mas o por-do-sol foi as 19h40, com isso ficamos mais tempo esperando para finalmente começar a fazer a prova.

Comecei a fazer a prova, achei fácil, mas e o sono? Por volta das 21h passei a dormir sobre a prova. Acordei todo babado, e terminei a prova. Quando piso na Av. Paulista, só os boêmios estavam na rua, enquanto esperava a mãe do Jander, até joguei idéia numa mulher que dirigia na região.

Enquanto esperavamos a mãe do Jander, ficamos conversando em frente ao banco Itaú (n°171 - faço entregas na Prime Tour atualmente lá)... e curiosamente um vigilante pediu pizza, de curioso nada... só a vontade de comer pizza que passei a ter.

A mãe do jander chega, e voltamos ao gueto.

Dia seguinte, tática diferente. Dessa vez sem carro, pegamos o 609C - Praça Julio Prestes, aonde encontramos o Marcelo Hoffmann indo fazer a prova na UNIP Campus II, a gente segue viagem e desce exatamente 1 ponto depois donde tinha descido no dia anterior. (Motivo: desci no ponto errado, e andei o morro que nem um condenado por causa desse erro).

Chegando no local da prova, Jander reencontra seus manos de EDESSA e eu fico brisando com a possibilidade de ter ido mal pra caramba na prova. Revejo alguns rostos da IASD Alvorada e do UNASP, mas como sempre não conversei com ninguém. O objetivo era fazer a prova e ouvir o jogo do verdão.

Faço a prova contando os minutos para sair e ouvir o jogo, algo como 17h30 eu saio. Espero o Jander, e a gente vai conversando até o ponto na 23 de maio. Ele fica esperando o 609C - Jardim Caiçara, mas enquanto isso, Palmeiras ainda estava ficando com a vaga e se não me engano, Internacional estava sendo o campeão.

Foi só a gente chegar no ponto que Palmeiras toma gol do Botafogo, e o Flamengo vira o jogo em cima do Grêmio, nossa, aí o tempo fechou. Jander como bom corinthiano tira um sarro da minha cara, ele resolve pegar ônibus 5391/10 - Terminal Jardim Angela, pois o Caiçara no domingo não presta.

Agora só, fui subindo a Rua Tomás de Carvalho, desiludido da vida, chego no ponto do antigo 795P/10 - Parque do Engenho e pego o ônibus. Pra piorar ainda vejo flamenguistas comemorando o titulo na marquise de um prédio. Devo confessar que por um instante, torci pra nego escorregar, mas a vontade passou...rs

Não sei se foi nesse dia, mas tive sorte pra caramba, o ônibus quebrou na altura do Terminal Campo Limpo, aí pra passar o outro Pq do Engenho foi uns 5 minutos.

Essa foi minha emoção de Enem... se quiser compartilhar sua história, mande um comentário...

Próxima história prevista: Eu e a Mooca, o dia que fui atropelado na calçada

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O dia em que fui do céu ao inferno

História Real: 20 de outubro de 2010

Estava eu feliz por estar fazendo o trajeto do Centro dentro do bom horário, resolvo ir na agência do banco, conferir para ver se meu cartão já tinha chegado. Sim, ele chegou, lindo, azul, após assinar uma nota, peguei ele e saí da agência. Enquanto guardava ele no bolso, caiu o cartão e o RG.

Brasileiro que é brasileiro tenta colocar aureolas sobre os chifres, logo surgiu um cara que entregou meu RG e foi embora. Possivelmente o mesmo ficou com o meu cartão.

Nada a ver com a história, mas fui fazer uma entrega na PS Viagens, o elevador quebrado, tive que subir 10 andares na escada de emergência.

Voltando a história, chego a região da Tunibra, e noto que estava sem o cartão, ligo para o Itaú Bankfone e eles me enrolam, com isso perco todo meu crédito.

Quando estou na Interpac uma mulher me indica a agencia mais próxima, porém distante d'onde eu precisava ir do trajeto original.

Resolvo fazer a Usytur (R. da Glória) e torcer pra achar uma agencia na dita rua. Subo a rua da Glória toda e nada. Assim como um oásis vejo uma agencia Itaú, vou no atendimento prioritário (aonde fui feito de prioriotário) e me mandaram pra fila do caixa, no caixa soube que tinha q ir na mesa do gerente. Quando cheguei na gerente tinha uma fila, na qual fiquei esperando aquelas conversas de cumadre. Quando ela me atende, volta a dizer q eu tinha que ligar no Bankfone. Dessa vez com o telefone da agencia. Ligo, e descubro que o cara não conseguiu desbloquear, para o meu alivio. Agora me resta voltar a agencia e pedir um novo cartão.

Essa é a resumida história de um negro, e seu primeiro dia com cartão itaú.

sábado, 30 de outubro de 2010

Eu e a politica

História Real: 28 e 29 de outubro de 2010 - Horário: 05h30 até 07h, 13h20 (dia 28), 06h - 07h (dia 29)

Dia 28, grandes recordações, tudo começa quando o peão acorda, 05h30, toma seu banho, e vai pra rua, 06h13, atrasado, pega o ônibus errado, desce no ponto certo, e pega o ônibus certo dessa vez.
Vendo o ônibus dos sonhos 6450/51, sai do ônibus atual sem pagar a passagem e vai pegar esse outro ônibus. Levando em consideração que o motorista já estava saindo do corredor e não pararia pro nego subir. Uma senhora e eu começamos a tentar chamar a atenção do motorista, vendo o escandalo, gentilmente para entre 2 faixas da Estrada de Itapecerica, e nós entramos nessa grande porcaria.
Quando estava na altura da Av. João Dias, 3000, eu paro de ouvir a Energia 97, e coloco no Primeiro Programa da Transamérica. Eis que eles passam um conteúdo de verás aplausivel que gostaria de compartilhar com vocês.

Créditos ao blog Sensacionalista



As manchetes de segunda-feira se Dilma vencer
Folha: Datafolha mostra que expectativa do governo Dilma é 46% pior que de Lula

Estadão: Dirceu pressiona por ministérios

Globo: Ilegal é daí? Militantes do PT distribuíram santinhos na Tijuca

Valor: Bolsa mantêm ritmo normal com resultado das eleições

Jornal Nacional: Dilma é eleita presidente. Exclusivo: gravações da PF mostram que Erenice se reuniu com denunciante depois de sair do ministério

TV Rede Vida: O Capeta venceu. Vigília de orações em Aparecida

TV Record: Ganhamos!

Veja: A ameaça do chavismo. Entrevista: Aécio, o líder democrático

Carta Capital: Ganhamos!

IstoÉ: Ganhamos!

Época: Os desafios de Dilma

Zero Hora: Grêmio ainda luta pela Libertadores


As manchetes de segunda-feira se Serra vencer
Folha: Datafolha mostra que expectativa do governo Serra é 46% pior que de Lula

Estadão: DEM pressiona por ministérios

Globo: Serra anuncia “relações republicanas” com o Rio

Valor: Ações da Petrobras disparam

Jornal Nacional: Serra é eleito presidente. Exclusivo: a trajetória da Mooca para o Planalto

TV Rede Vida: A derrota do diabo

TV Record: Ganhamos!

Veja: Serra, uma vitória da democracia

Carta Capital: Perdemos!

IstoÉ: Perdemos!

Época: Os desafios de Serra

Zero Hora: Grêmio ainda luta pela Libertadores


 
Nossa, tudo o que eu pensei durante essas eleições, foram narradas nesse texto, alguns podem até desqualificá-lo, mas se for consciente perceberá que esses editoriais tentaram manipular o povo.

"Não se iludam, sou palhaço mas não sou bobo, Serra é o presidente do povo!"by Palhaço Esperança de Jessé/SC
Tirei essa foto na Praça da Sé por volta das 13h20, encontrei uma cena bizarra, um palhaço com a bandeira do Serra, e umas 7 pessoas com a bandeira da Dilma, ninguém prestava atenção nos Dilmistas, o cara que se vestiu de palhaço estava tranquilo, veio do Sul, sindicalista, ex-petista, que passou apuros pois o PT de lá "esqueceu" o motivo de sua fundação (segundo ele, o PT/SC mandava matar sindicalistas), e sendo achincalhado pelas pessoas de ponto de vista diferente, uma hora parecia que iriam bater nele, coisa que aliás, ficou muito comum, dia 22, uma garota disse que votava no Serra para um entregador de folhetos da Dilma, e só faltou o cara bater nela. Quem me segue no twitter ouviu o que disse sobre isso:
@rcleston: "Acabei de trombar com um dilmista, tao ignorante q falou q a linha 3 foi obra do serra, detalhe..."
6:06 PM Oct 22nd via txt

@rcleston: "A linha vermelha foi projetada nos anos 60 como rede essencial, e construida nas décadas seguinte... noob!"
6:10 PM Oct 22nd via txt

Recordo que um dia após um debate que teve na tv, ouvi o Domenico Gatto dizer que teve vergonha de assistir o debate, pois parecia conversa de louco, um pergunta uma coisa, e o outro diz outra nada a ver com a pergunta anterior. Gostaria de expor mais um texto narrado pelo Primeiro Programa do dia 29/11/2010, acredito que com ele você entenderá o que eu digo.

Retirado novamente do Sensacionalista

Serra e Dilma respondem:
“Por que a galinha atravessou a rua?”

Dilma Rousseff: “No que se refere ao fato de a galinha ter cruzado a rua, eu considero que este é mais um ganho do governo do presidente Lula. Eu considero que foi apenas depois que o presidente Lula me pediu para coordenar o PAC das Ruas é que as galinhas no que se refere ao cruzamento das ruas tiveram a oportunidade de poder cruzar as ruas, coisa que, aliás, só as galinhas com maior poder aquisitivo podiam no governo FHC, no qual o meu adversário foi ministro do Planejamento e da Saúde”.

José Serra: “Olha, este é mais um trolóló da campanha petista. Veja bem, as galinhas cruzam as ruas no Brasil, há anos. Eu mesmo coordenei a emenda na Constituição que permite o direito de ir e vir das galinhas. Eles ficam falando que foram eles que inventaram esse cruzamento de ruas, mas já no governo Montoro, quando eu era secretário do Planejamento, as galinhas cruzaram as ruas com maior segurança. Eu, por exemplo, criei o programa Galinha Paulistana, que permitiu que milhares de galinhas pudessem cruzar as ruas e, agora no meu governo, vou criar o “Galinha Brasileira”, em que toda galinha terá direito de cruzar as ruas quantas vezes quiser “.


Pretendia postar algo sobre as eleições apenas domingo, mas depois de ver o ponto que a pseudo democrácia chegou, gostaria de pedir, para todos os leitores desse blog, para que votem com coerência, esqueçam a mídia, tire um tempo para pesquisar a vida dos candidatos, agora ficou mais fácil, são só 2. Não vou pedir votos para esse ou aquele, o intuito desse blog, é simplesmente contar minha história de vida, as dificuldades, e os momentos comédias. Por isso peço humildemente para que no dia 31, acordem, tomem café da manhã, votem, e curtam a vida... independente do resultado, acompanhe os filhos da mãe que foram eleitos. Mostre seu valor!

Concluo assim essa linha de raciocinio...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O dia em que virei o João sem Braço

Histórial Real: 22 de Outubro de 2010

Essa história, a linda Marcella pode confirmar, pois viu como ficou meu casaco após o incidente.

Então vamos que estou com sono, e tenho muita coisa pra falar...rs

Voltemos a este ponto do dia, tudo começa as 08h55 quando vou para o 10° andar, atender o pedido de dona Márcia, sim a mesma do episódio do Supla. Vou novamente a Schultz Vistos pegar o passaporte do chefe, levo para ela, e pego minha mochila.

Faço as entregas da Tournee, Endeavour, Platinum, e começo a sentir fome, como estava atrasado, resolvi não comer no lugar de sempre, fiz Solfesta, Banstur e Agencia Brasilia.

Sim, pela primeira vez economizar me fez mal, se eu tivesse parado para comer não teria acontecido o que vou contar agora:

Quando vou fazer a entrega na Paradiso, na Pça da República, no lado ímpar, um carro para do meu lado, ali perto do Banco Caixa, e do nada abre a porta do carro.

Agora pensa ferro no tecido, corta, ferro no braço arrebenta... se não fosse o casaco meu braço tinha sido cortado. Por falta de malandragem não cai simulando impacto, simplesmente sai xingando a costa oeste, California e por aí... quando olhei pra trás e reconheci o carro, resolvi reclamar, mas o cara possivelmente com medo de que eu destruisse o carro dele, saiu "vazado"... quando chego no sinal que tem próximo do número 199, noto que cortou a manga, aí sim, o sangue esquentou...

COMO NUMA SEXTA FEIRA, ALGUÉM PODE ESTAR TÃO AFOITO A PONTO DE ABRIR A PORTA DO CARRO PARA ABRIR NO BRAÇO DOS OUTROS? COMO NUMA SEXTA FEIRA AS PESSOAS PODEM CONSEGUIR JOGAR O DIA DE OUTROS NO LIXO? ISSO É FALTA DE COLETIVIDADE!!!

Cheguei chateado pra não dizer cuspindo fogo na Paradiso... mas a tranquilidade da atendente me deixou mais light,rs

Quando fui as 10h18 para a minha agencia predileta, encontrei a @marcellarduarte mais atarefada que nunca, nem deu pra conversar.

As 13h30 passei em outra agencia que gosto muito, Tunibra, aonde tinha a saudosa Srta. Dalécio, que foi sem dizer tchau, e agora tive que me despedir da Srta Honda, resumindo... a agencia mais animada agora será mais pacata do que de costume.

Fiz a entrega na Trekair, aonde a mulher da portaria não admite, mas gosta de quando vou lá...rs depois disso corri contra o tempo pq estava muito atrasado.

Chego na Trend, começo a envelopar, como de costume, e as 16h tenho nova missão, fazer o roteiro do Centro só com as Iatas: (Augustus, Londontur, BSP, VipTrip, Salvatur, Trekair, Platinum, Happytour, Nix e Fiel), aí você imagina, um nego cansado, tendo que correr só pra não estourar o tempo de volta.

Entrego primeiro as da região da Republica, vou para o meu prédio predileto, aonde tenho a sorte de rever a garota mais bonita do circuito do centro (aliás... 3ª vez que isso acontece, muito raro acontecer). Nisso tá acontecendo uma manifestação na praça da República, quando não consigo mais ouvir meu fone de ouvido por causa dos gritos, aquilo faz meu sangue ferver, mas nada que não mudasse quando cheguei na Consolação, aonde a paz "reinava", fui para a Pça da Sé torcendo para rever a moça da portaria, mas o turno dela tinha acabado, após terminar de entregar, peguei o metrô só pra testar o que o Gean insiste em dizer, que a Linha Vermelha entre Sé <> República é dificil, lotada... mas comprovei que era pura balela, antes de eu entrar tinha 7 bancos vazios, quando entrei, ficou 1.
Nos instantes finais do trampo, algo como 17h58 comecei a contagem regressiva, tomei bronca por antecipar o término do trabalho, algo que muitos fazem durante 1h, vai entender? rsrsrs

Esse foi meu dia 22...

Lição?
Já fui atropelado na calçada (Mooca), atropelado na rua (Pinheiros), mas tomar porta no braço, isso sim é um absurdo! Então andem que nem soldados medievais. Não contem os minutos para a liberdade, e sempre aproveite o máximo das pessoas, elas fazem falta.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O dia em que vi pela segunda vez: Supla

História Real: 20 de Outubro de 2010

Common get...rs... sim, estava eu a serviço da Trend, atendendo a dona Márcia, que tinha me pedido pra levar um documento para a Schultz Vistos, eu vou até o local, e começo a conversar com a recepcionista. Vendo que o atendimento iria demorar, passo a prestar mais atenção no local.
Olho para esquerda e não vejo nada de interessante, olho para a direita e vejo um loiro nervoso com a demora no seu atendimento. Epa! Essa voz eu conheço! Esse cabelo também! Assim como se você juntar 2+2 será igual a 4... juntando o cabelo espetado mas aquela voz estranha será igual a Supla.

Voltando a história, lembro que ele tava renovando o visto possivelmente para sair do Brasil pra uma apresentação do Brothers of Brazil (projeto musical dele com o João Suplicy), ou para uma reportagem do Brothers.
Quando deixam ele sozinho na mesa do atendimento, ele começa a cantarolar aquelas canções que só ele mesmo lembra, pouco depois recebeu a ligação do brother dele, João.

Sei que é errado ficar bisbilhotando, mas parcialmente a conversa era sobre que ele ainda estava arrumando a questão do visto, que precisava confirmar algo com algum assessor sobre uma informação passada a ele sobre a jovem pan e coisa do tipo.

Alguns podem perguntar... porque eu não tirei uma foto dele ou com ele pra comprovar, mano, uma coisa que as pessoas tem que aprender, é que tem horas que o público tem que saber deixar os "ídolos" serem pessoas comuns, que pagam contas, ficam em filas.

Recordar é viver, a outra vez que vi o Supla foi numa terça ou quarta de abril, quando fui na 3ªDP, ele estava gravando com o João Suplicy o bloco: "Tribunal de Pequenas Causas", o público estava indo a loucura.

Então gente, essa foi a quarta diferenciada que tive, aonde cada vez encontro pessoas interessantes como a linda Marcella, o apresentador Supla e entre outros.

Lição?
Deixe de ser moleque, os famosos precisam de um tempo só pra eles, aonde deixam de ser donos do show para serem os nomes que constam no RG! Pois maior que eles é o SISTEMA!


Em breve postarei a história sobre o dia que virei um João sem braço...

sábado, 23 de outubro de 2010

O dia em que vi meu verdão pela primeira vez

História Real: 04 de março de 2007

Grande dia, saudoso dia, memorável dia, sim, sim, sim senhor! Aquele domingo de sol, mulheres bonitas na torcida, e eu vendo meu time jogar. Que beleza.

Voltemos no tempo, para a quinta feira que antecedeu o clássico Palmeiras x Corinthians. Lembro que eu queria comemorar o meu aniversário de forma diferente. Pedi para o Hideraldo comprar um ingresso pra mim, se foi ele que comprou ou não, faço a menor idéia, acredito que alguém deve ter pego meu dinheiro da comoda pra pagar. Lembro que ele não gostou da idéia a princípio, visto que o grau de violência nesses jogos são absurdos. Mas aceitou ir.

No fatídico dia do jogo, comprei um lance, aonde mostrava a superioridade do verdão, mas poucas vitórias a mais, a última partida contra eles tinhamos perdido por 1x0 no Brasileirão de 2006. Mas fui feliz ao estádio. Minha mãe deixa eu e o Hideraldo uma quadra antes do estádio, de lá seguimos a pé, passamos pela entrada, por pura falta de sorte, quem me revistou foi um policial (acredito que todo homem tem uma fantasia de uma policial bonita te revistar... pura ilusão...rs)

Entrando no estádio, vamos para uma área de boa visão do gramado, tinha belas garotas no estádio, e o mascote estava levantando a galera. Quando deu algo como 15h30, puxaram a escalação do Palmeiras:

Marcos, Wendel, David, Edmilson, Leandro, Francis, Pierre, Martinez, Valdivia, Alemão e Edmundo.

A torcida foi a loucura, como você poderá ver nos primeiros 2 videos do playlist linkado abaixo.

Torcida durante o jogo

Conforme foi passando o jogo, o Palmeiras mostrava mais raça e qualidade, não lembro quem se machucou primeiro, se era o falecido Alemão (dono do Funk do Alemão), bastante criticado pelos corinthianos, que infelizmente alguns ficaram até felizes com a morte dele.

Voltando ao jogo, Nilmar só voltou a jogar em 2008 pelo Corinthians por causa da lesão, nisso tinha um maluco usando maconha no estádio, como ele conseguiu entrar com a parada não sei... mas o setor começou a feder, a... isso é verdade. Estava começando a ficar feliz pelo esforço de Valdivia, eis que surge o primeiro gol



Sim, Edmundo! 1x0, jogaço, Corinthians não entregava os pontos, mas ainda sofria pela falta de padrão tático por conta do técnico Leão.

Quando já estava satisfeito, sai mais um gol...



GOOOLLL! Osmar Cambalhota, substituto do Alemão, entrou e marcou o dele. 2x0!

Nisso, o time do Corinthians passou ter maior dificuldade para trocar passes, como diria mano Beiçola, faltou raça, vontade. Não eram homens suficientes para jogar no "Coringão". Quando já estava feliz demais e já até querendo ir embora pra evitar sair no tumulto, eis que Edmundo preparava mais uma surpresa.



GOOOOLLL Edmundo!!! Com direito a cruzamento do Cristiano, jogador ridiculo que o Caio Jr trouxe do Paraná Clube. (Notem que no video o Edmundo coloca a mão no ouvido e começa a dizer: "É, eu sou foda mesmo"... frase bastante criticada posteriormente pela imprensa bambi-gambá)

Uma coisa que achei bizarra essa hora, é que o 3° gol foi tão entusiasmante que os torcedores começaram a se abraçar como se conhecessem a muito tempo.

É dado o apito final, começamos a nos retirar do estádio, o Edmundo joga sua camisa no setor onde estava a torcida do video. Do lado de fora encontramos a imprensa filmando, possivelmente era a gazeta. Andamos até a Blockbuster, e de la minha mãe buscou a gente.
Enquanto estavamos no transito formado na Av. Giovanni Gronchi, um palmeirense do carro ao lado começa a puxar conversa com o bambi que assistiu o jogo comigo. O irmão palestrino falou que em poucos jogos iriamos fazer a mesma coisa com a bambizada, ele só balançou a cabeça e prosseguimos rumo o Jabaquara.

Lição? Futebol é um esporte de risco para o torcedor, que você irá perder dinheiro, é uma certeza, a questão é se ao menos você terá o gosto de ver seu time vencer, isso é que faz toda a diferença.

Aproveitando esse clima de clássico que nos rodeia, indico uma leitura do The Lemos 7

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O dia em que o céu caiu

História Real - Outubro de 2000

Sim, eu lembro do ano de 2000, tinha 8 anos de idade, jogava bola no UNASP (antes IAE), aliás, o dia que o céu caiu, eu estava no UNASP, era algo como 17h45, término das aulas, os alunos voltando pra suas casas nas lotações escolares. Lembro que estavamos jogando bola no pátio da Escola Modelo, e o céu tava ficando preto, e meu pai foi me buscar no velho corcel que tinha na época. Quando chegamos ao carro, começou a chover, quando estavamos na Estrada do Itapecerica, começaram os granizos, imagina aquele carro velho que a janela nem fecha direito, praticamente fiquei encharcado apesar de protegido.

Chegando no bairro, quem disse que foi uma área segura? Pra chegar em casa só tinha 2 jeitos... e não usamos o mais inteligente... podiamos ter usado a mochila como proteção das pedradas na cabeça, mas não... meu pai me colocou nas costas e estava lá nos tomando pedrada de granizo na cabeça. Claro que eu fiquei chorando, de medo, dor... chegando a em casa, a empregada, dona Balbina na época, com tanta batida na porta ficou com medo de abrir... o que aumentou nosso sofrimento.

Ela estava orando, ao menos acabou o nosso sofrimento por estar em casa, outros não tiveram a mesma sorte.

No dia seguinte imagine os alunos da 2ª série só comentando sobre o assunto, até que 2 fazem comentários infelizes, como nossa... foi show de bola, cada raio da hora... nego fala isso como se a beleza de um raio fosse algo bom... não deve ter visto a cobertura do Posto Shell e a placa publicitária do UNASP cairem na Estrada de Itapecerica, ou saberem dados sobre quantidade de acidentes e desmoronamentos causados por tamanha força da natureza.

Lição? Quem tá na chuva é pra se molhar, se está na tempestade, é pra pedrada levar, e quando chegar em casa, um chá quente tomar.

Esse video é ficha perto do que eu presenciei!

sábado, 16 de outubro de 2010

O dia em que dei meu primeiro beijo

História Real: 15 de setembro de 2005

Mais uma história que muitos lembram, então decidi postar...rs

Voltemos ao ano de 2005, eu, um garoto de 14, como qualquer um, sem ter o que fazer, estudando na Escola Adventista do Jardim Lilah, torcendo para que o intervalo chegasse logo para ter 20 minutos de tédio e nada para fazer. Lembro que nessa história de tédio, sobraram Monique e mais uma garota que resolveram jogar verdade e desafio. Aí sim, hein. Eu como não tinha o que fazer mesmo, joguei também com ela, e mais 2 da minha sala. Na época, 7ª série não lembro que digito, acho que B.

Quando o relógio se encontrava em 15h16, o aparato que usavamos para girar que definiria quem seria o escolhido para ser desafiador. Eis que cai Monique e se não me engano o Rennan, Monique já tinha escolhido verdade em outra época, então só restou ser desafiada. Rennan que não é bobo nem nada, sabia que a Monique dificilmente aceitaria tamanho desafio, então mandou na lata.

"Monique, seu desafio, é dar um beijo no Reinaldo!"

Olhei pra cara da Monique, ela estava receosa, também beijar um nego como eu não é pra qualquer uma, huahuahuahua, topou.

Quando o relógio estava em 15h18, o mundo passou a ter um bv a menos. Sim, eu sai dessa lista da qual todos tem medo de ficar por muito tempo. Alguns questionam se esse beijo pode ser contado em estatisticas. Mas aí não me interessa mais, tive a honra de beijar uma das garotas mais lindas na escola na época, aliás... foram 2 naquele belo ano. Aliás, as únicas até hoje. Mas também não te interessa saber!

Lição? É nego, cada dia que passa acredito mais que as minas estão aderindo ao que diz meu remix: "garotas só querem diversão", mas isso não quer dizer que você faça parte da diversão delas, logo cai ainda mais suas chances, mas talvez tenha sorte, talvez não... gostaria de fechar meu comentário inútil dessa história bizarra com uma frase do Barão de Itararé:
"Da onde você acha que não irá sair nada, é de lá que não sai nada mesmo."

Aproveitando o clima, porque não ouvir 3OH!3 feat Kesha - My First Kiss

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O dia em que vi um engavetamento

História Real: 14 de outubro de 2010

Estava eu no ônibus sentido Vila Madalena, por volta das 13h12, e acabo não descendo no ponto certo, para fazer a entrega na China Tour e nem na Tunibra, vejo que o jeito é pedir pro motorista parar antes do ponto, pois estava tudo congestionado, ele para por volta da Avenida Liberdade, 65, as 13h18 quando eu coloco o pé na calçada, escuto a batida do primeiro carro, e olho para o lado e vejo a ultima batida entre os 3 carros. Fico parcialmente aterrorizado, pois já fui atropelado, já vi um motoqueiro bater num caminhão parado, um motoqueiro bater em cheio num carro que seguia de forma correta seu trajeto, mas engavetamento, era a primeira vez. Começo a andar para fazer a entregas, e vejo um policial, nem comento nada porque já devia estar pedindo uma ambulancia e reforço. Mas em frente vejo 2 guardas da CET, comento com eles os fatos. Nem deram a minima, passaram direto.

Faço a entrega na CT Tour, na Tunibra, a Thamires me pergunta se tá tudo bem, logo eu conto o que aconteceu, ela não acredita, e meu desenho para ela não foi influenciado pelo acidente visto que foi feito as 12h20.

Após a entrega na Daikiti, na Av. Liberdade, 21, vejo que a situação aparentava já estar resolvida, era 13h47, um carro da ambulancia entrou na contramão para pegar um idoso que estava jogado na calçada central. Fiquei sem entender a relação do acidente com aquele senhor, acho que nunca saberei.

Essa é a história do meu tumultuado dia de hoje.

Lição? Dirigir é algo muito perigoso, só tire seu carro de casa, se tiver plena certeza de que sabe conduzir com base na Direção Defensiva, e mesmo assim, dependerá que o próximo também tenha essa habilidade...

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O dia em que eu virei "O Impostor"

História Real: 2° semestre de 2009

Estava eu, indo pro Lins (vulgo Regão pelos alunos da escola concorrente), atrasado, como sempre... cheguei na região as 07h15, pessoas choravam pedindo para dona Geisa (também conhecida como Jason) para adentrar ao recinto. Vendo que eles não tiveram sucesso, fiz o seguinte, não pedi para entrar para que ela não soubesse que eu estava do lado de fora. Percebi que o 3°D (minha sala na época, estava no pátio). Vi mano Fudrigo e mano Edson, chamei eles e perguntei a localização da tia Zefa e de dona Geisa. Com o parecer positivo, pensei o seguinte:

Levando em consideração que as 7h45 começa a movimentação das salas rumo ao corredor, e que as 7h49, dona Geisa teria que tirar vários de sua tentativa de sair da sala, eu pulo o muro, e finjo estar saindo da sala 1.

Legal, lá pelas 7h47 comecei a tentar pular o muro, mas a cada vez que via alguém atravessando a Rua Lisandro Torre, eu fingia que estava apenas me exercitando, quando a rua ficou vazia, cheguei a parte mais alta do muro, quando comecei a descer percebi que o chão tava meio barrento, e ao cair, fiz um barulho danado, mas que numa escola pública, seria muito baixo.
Quando fiquei em pé, olhei e vi que ninguém estava nas salas dos professores, e da direção. Andei mais um pouco e vi alguém na sala 2, cumprimentei, e quando deu 7h49, fui para o corredor, e entrei com a minha sala para a aula de Educação Física. Encontrei mano Fudrigo e mano Edson, e eles não acreditavam na minha façanha. A Su e a Aline disseram que já tinham feito isso em outras épocas.

O problema, sim, sempre tem um x9, Victor ao vir me cumprimentar, não notou que dona Geisa estava atrás de mim, e começou a falar do meu pulo, e eu só olhando pra cara dele, tentando fazer ele calar a boca, por sorte, Dona Geisa não ouviu.

Lição? Quando for fazer algo errado, tenha certeza que irá conseguir sem se prejudicar.


Me senti como nesse clipe do Example: Kickstarts (Remix)

sábado, 9 de outubro de 2010

O dia que cai no conto do emprego (2/2)

História Real: 23 a 27 de abril de 2010

Como foi dito no capitulo anterior, fui dormir feliz na sexta por ter conseguido passar na entrevista. No sábado agradeci a Deus por ter conseguido, os manos ficaram muito felizes por mim. Domingo foi o tédio de sempre. Segunda me arrumei para ir lá, tivemos uma palestra de como gastar o salário, e como pagar mico na frente de quem não conhecemos. Volto aos meus gracejos, aquela loira era uma delicia, e a morena executiva que se achava também...rs... mas voltando ao assunto que interessa, quando notei que estavam pedindo coisas que atravessam minhas limitações, comecei a pedir para mostrar meu valor de outra forma, mas o que interessava a eles mesmo é que você conseguisse vender um cartão de afinidades, chamado de Hinfinit (qualquer idiota já notaria que não é algo sério, ainda mais com esse erro bizarro de grafia). Enquanto chamavam para dar as ultimas coordenadas do lado de fora da sala, já comecei a chorar e pensar, quem será o idiota que venderei esse cartão paia por R$890. Pensei nomes e mais nomes, e quando estava conversando com o entrevistador, ele falou pra não me preocupar que eu conseguiria vender. Detalhe, eu "tinha" que vender até as 14h.. prova de duração de 1h57min... fui triste para o ônibus e já resolvendo abrir mão da vaga.

Chegando em casa, com fome porque aqueles vigaristas não davam ajuda de custo (lógico, são golpistas), e quando cheguei em casa após pegar o 6450/10 e um outro que não te interessa, liguei o computador e comecei a pesquisar sobre a famosa Ekus LTDA (ekusltda@yahoo.com.br), descobri que também são conhecidos como Meta Negócios, que tem 3 sedes, na Rua Conselheiro Crispiniano, 139 sala 2, um também na Coronel Xavier de Toledo, e uma também na Rua Marconi, note, todas são paralelas entre si, e numa via perpendicular da qual trampo atualmente, qualquer dia passo lá e chamo a lora e a morena pra sair...rs

Lembro que perdi um jogo do Barcelona, enquanto ia na 47°DP, numa sexta fui na 1ª DP, aonde o escrivão ficou entrigado com a minha ida para fazer boletim de ocorrência sendo que na prática não cai no golpe (pois não perdi documentos e nem dinheiro).

Dias depois enquanto ia pra faculdade, eis que encontro uma carta da 3ª DP, endereçada a mim, mas desconsiderei, e acabei reconsiderando de ultima hora.
Indo para a Rua Aurora, passando pela Av. São João, encontro o Supla e o João Suplicy gravando com um traveco para o Brothers, aquele tribunal de pequenas causas. Entro na parte mais distante da Rua Aurora, e noto que lá é a região com maior número de cinemas adultos, imagino que seja um lugar sujo, aonde os bancos devem estar cheios de coisas grudadas...rs voltando a parte final da história.
Chegando na 3ªDP, tomo uma bronca da delegada, por ter chegado na hora de almoço dela, ela começa a querer saber mais informações, ela diz que pode fumar naquele ambiente fechado, só não podia roubar (isso para o colega dela policial). Aproveita pra tirar um sarro da minha cara e se despede falando pra ficar mais atento. E assim foi meu primeiro "emprego"... 171..

Lição... nunca vá com sede demais ao pote, você pode se engasgar com ele.

Para dúvidas... aqui conta outra versão de 171 da mesma empresa:
http://reitchelsss.blogspot.com/

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O dia que cai no conto do emprego (1/2)

História Real: 23 a 27 de abril de 2010

Essa história é um alerta para todos que estão correndo atrás de um emprego, para que não caiam que nem eu...

Tudo começou numa bela tarde de terça feira na CST, eu e mano Edson estavamos na fila com um numero perto de 350, e eis que surge uns caras com o jornal gay "O Colorido" (gay é modo de falar, esse jornal é um atraso de vida, não é a toa que é gratuito). Eu começo a folhear, e guardo para ler no ônibus. Marco umas 7 vagas que eram de meu interesse, e vejo uma tal de Ekus LTDA (conhecido por outros como Meta Negócios).

Até aí tudo bem, prometi a Su que as vagas que fossem do nosso perfil, eu avisaria ela, mas não chegou a ver o e-mail indicando a vaga, então uma mulher me liga, e marca para sexta, as 09h a entrevista. Eu vejo minha roupa mais bonita (sim, calça social, e camisa violeta de manga cumprida, que me fez receber o apelido de garoto de uma camisa só).

Saio de casa, ando até a Estrada de Itapecerica, e pego o saudoso 6450/51 - Terminal Bandeira... o tempo passa, mas o cobrador não muda, rsrsrs.

Chego lá, na Rua Conselheiro Crispiano, 139, sala 2, falo com o atendente, se não me engano foi o Diego, ele falava rápido pra caramba, possivelmente para que eu não entendesse do que se tratava, e me mandou responder um formulário numa sala, para tirar as dúvidas, nossa... que morena era aquela... se eu soubesse que se tratava de um golpe, tinha dado uns pegas nela, aquilo é que era mulher, se dizia do Capão Redondo e tudo.

Depois de responder o questionário, fui mandado pra sala do lado, agora esquerdo, aonde tinha outra garota atendendo, aliás, uma falsa loira que também era uma delicia...rs mas deixando a sem vergonhice de minha parte... e voltando ao assunto que interessa, após responder o questionário, veio um tal de Michael explicar como eram essas vagas, de auxiliar de vendas, e mostrando que "ganhariamos" muito dinheiro com pouco trabalho. Surge o "Prof" José Maria (um nordestino que falava lento demais, para mim parecia mais um retardado que um professor de qualquer matéria)... veio mostrando que era uma vantagem fazer parte daquela empresa, e que os melhores receberiam mais de R$1200 por mês... após toda a bajulação, atenderam um por um (para que não conversarmos uns com os outros sobre a vaga).. segundo a recomendação, deveriamos ligar por volta das 16h pra confirmar se conseguimos a vaga ou não (até nisso eles eram incompetentes)...

Enquanto não saia o resultado, fui para a faculdade a pé, resolver a questão do impasse do parágrafo 8.8 do manual da facul, que contra a PL 2171/03 e diversas leis da constituição...

Perdi a entrevista na Rua Formosa, 51, por causa do horário, era para eu ter ido para lá as 13h, era um call center na Barra Funda.

Enquanto ia para a Mooca, resolvi ligar para a Aline, pois ela estava fazendo aniversário no dia... estavamos animados pelas respectivas entrevistas que fizemos no mesmo dia.

Fiz o trajeto de volta para casa passando pelo Terminal Campo Limpo, no qual fiz a ligação para a Ekus (se eu me lembrasse do número, passaria para vocês...rs), e o outro cara da empresa me diz que passei na primeira etapa... eu comemoro no telefone, ele fica estranhando e encerra a ligação.

Chegando em casa, ligo pra Su, e ela fica super feliz, conto pra minha mãe, que a principio gosta da noticia... mas vocês saberão o término da história amanhã

O dia que eu quase me afoguei

História Real: 24 de fevereiro de 1998

Ainda tenho que corrigir o dia, foi um domingo antes de eu fazer 6 anos de idade, lembro que fomos em um acampamento em Itararé, extremo sul de São Paulo, lembro também que meu pai tinha conseguido uma boia pra mim, tipo aquelas camaras de ar de pneu de caminhão, até aí tudo certo.

Veio um garoto querendo a minha boia, como pra mim tanto faz a boia ou não, pedi para que ele me deixasse no raso antes de tirar a boia de mim, ele me puxou até onde julgava raso, e tirou a boia de mim. Eu todo feliz porque estava no raso, e tinha deixado alguém feliz, começo a afogar, meu pai escuta meus gritos e tenta ir ao meu socorro. Sente uma caimbra e pede ajuda a outras pessoas. Meu primo Everson, que na época deveria ter no máximo uns 15 anos pula na água me puxa para a margem do rio. Das poucas coisas que me lembro dessa época, lembro do culto do sábado seguinte, estava meus pais e eu no culto dos adultos, e eles agradecendo a Deus por não ter morrido.

Lição?
Colega, acredita em ninguém não... porque no final estão pouco se importando se você vai terminar bem...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O dia em que meu desbravador tentou me matar

História Real: 2 de Outubro de 2010

Estava eu, por volta das 15h30, em pé, conversando com meus desbravadores, e eis que surge o (ex)capitão, que não sei porque, resolveu pular em mim para dar um abraço, levando em consideração que estavamos no 4° degrau da arquibancada, resolvi desviar pra que não caíssemos.

Mas... eu perdi o equilibrio, e descemos rolando... no primeiro degrau ele caiu embaixo de mim, mas por sorte dele, nos ultimos 3, cada um foi pra um lado... nisso eu bati a cabeça 1 vez, e o ombro 2.

Chegando ao chão, Denicleiver (o outro conselheiro), e Flaésio me perguntaram se estava tudo bem, o Deni aparentava estar com medo do pior, tive que acalmar ele, visto que se eu conseguia me comunicar, é porque não tinha sido tão grave assim.

Mas aí, veio o Gustavo (o ex-capitão), perguntando se eu estava bem... na vontade que eu estava de arrebentar ele na pancada, disse:

"Gustavo, vem pra cá não, corre moleque, porque se não vou te encher de pancada"

Depois de ver o estrago que ficou minha 3ª calça social, fui para a sede do clube, aonde fiquei lá segurando o ombro que bateu... nossa, tá muito forte a dor, eis que o Gustavo volta... por sorte eu já estava com bom humor, mas ele que não espere pra ver se vai ficar assim...rs tudo será descontado na Vega Cup


Lição? Quando vier um alemão... fuja, ele quer te matar!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O dia que encontrei a garota perfeita

História Real: 21 a 25 de setembro de 2009

Sim, como diria Dona Clotilde e seu belo poema:
"
Amor:
sim, porque o amor
ai, o amor é um laço que une os seres entre si
é a chama que os funde no frisol da vida
deve haver amor entre todo o mundo
e porque não dizer o amor entre uma mulher, e um homem
a mulher nasceu para amar
(e ser amada)
portanto devemos amar sem restrições
pensando sempre que a cada momento,
que não existe nada mais belo que o amor.
O amor que é tudo nesta vida
Carinho, ternura, paixão, romance
Ou existirá coisa mais romântica
que um casal de namorados
que caminham lentamente sobre a luz de prata da lua
em uma noite cálica e outonol
Sim meus amigos
amor! amor! e amor!
nasceu de ti, nasceu de mim, nasceu da alma
porque o amor vence todos os obstáculos
todas as barreiras e todos os abismos
Porque o amor é como o sol
que ilumina todos os rincões da terra
fazendo germinar a semente que irá se transformar em fruto
e pintando de dourado os trigais que se ondulam ao empurro do vento
e vejam bem:
de que outra forma pode se manifestar o amor

Seu madruga:
perdoando-se o aluguel dos inquilinos
Seu barriga:
O que? Não me diga!

Dona Clotilde:
Há que se desculpar os erros do vizinho
E perdoar os atritos passados
Tudo é amar:
Eu amo, tu amas
SEU MADRUGA AMA,
NÓS DOIS NOS AMAMOS
vós também amais
err, quero dizer:
me desculpem, hãã, com licença!
"

Com esse poema, quero recordar o ano de 2009, quando fiz parte do primeiro curso de preparação do vestibular do CIEE, a principio achei que seria mais um curso simples, para minha surpresa não era no habitual prédio, e sim no prédio da frente (ó, que diferença!), entro para a fila, passo meu rg para a bela loira que me atende (aliás, que loira, era da minha altura, 1,87).

O relógio bate 13h30, e o curso na sua estréia já começa atrasado, eu subo para a sala, cumprimento os manos, e noto uma beldade, da qual fiz de tudo pra sempre cair no grupo dela.

Momento saudosista, não? Quanta facilidade com as palavras, como falava bem! Enquanto eu tentava entender o objetivo de Os Lusíadas, ela praticamente dava uma aula ao grupo sobre os livros escolhidos.

Até que na quinta caiu um livro do qual nunca li, mas já tinha visto o filme que foi feito com base nele, grande Vidas Secas, do G. Ramos.

Lembro também que aquele curso ajudou ela a fazer o trabalho para a escola, aliás, numa conversa posterior, ela me disse que tirou nota boa no trabalho.

Antes de terminar esse momento de recordação sobre essa bela garota, mesmo só tendo falado com ela 3 vezes no msn, senti como se conhecesse ela a muito tempo. Pena não ter tido a oportunidade de falar com ela em meados de novembro, queria que tivesse sido minha madrinha de formatura.

Encerro aqui esse comentário sobre a garota, a gente se tropeça por aí Júlia.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A SAGA - Como Consegui Meu Primeiro Emprego II

História Real: 29 de julho de 2010

Dia 29 de julho, uma quinta feira, estava esperando a ligação... a Larissa Cestari me liga como dito na postagem anterior marcando a ida ao treinamento. Horas antes o Gabriel do RH da Trend Operadora me liga oferecendo o cargo de Office Boy, falou que encontrou meu perfil no Curriculum.com.br, e que era para eu ir para a 7 de Abril fazer a entrevista no dia seguinte.

Como não sabia o que fazer, pensei, vou tentar acordar cedo, fazer o milagre de ir na Rua Bela Cintra e depois a pé desço para a República.
Mas acordei tarde pra caramba... resolvi ir direto na entrevista da Trend.

Pego o ônibus 6451/10.. desço no final (Terminal Bandeira)... e sigo para a 7 de Abril. Comecei a não gostar daquela rua, aonde o inicio cheira a mijo, e depois só o cheiro de cigarro.

Chego ao destino, tenho que passar na portaria do prédio, nem sabia o nome da empresa, só falei q iria fazer uma entrevista. O cara começa a ligar nas empresas e percebeu que só poderia ser a Trend. Subo para o 7° andar, espero na recepção, a mulher liga para o Gabriel e ele vem fazer a entrevista.

Na entrevista passei a conhecer melhor a empresa, conheci o 3° chefe de maior importância do setor. E contei dos meus projetos, ficaram aparentemente maravilhados (sim, minha história de vida é de veras interessante...rs), e esperei o retorno em casa.

Chegando em casa, resolvi retornar para a Extra Consult para pedir a marcação do novo treinamento, e uma possivel mudança para a Atento Santana. Coisa que não consegui, ela me jogou para a Atento Liberdade.
Por volta das 16h a Trend me liga confirmando minha contratação. O que faz jus aquela frase.

"Mulher, dinheiro, dinheiro e mulher, quanto mais você tem mais você quer"

by Racionais Mc's

Me disseram que quando você tem uma namorada, várias garotas tentam fazer você trair a sua namorada, então tentei aplicar isso na questão de emprego. E funcionou!

Concluo aqui a minha humilde saga de como consegui meu primeiro trampo, as dicas são, mostre tudo de bom que você já fez e que sirva pra algo, mostre conhecimento, seja educado, e se nada disso funcionar, tente ser funcionário da Atento Brasil, se você não passar na entrevista deles, você é VASP!!! Vagabundos Associados de São Paulo.


Em breve postarei o dia que me envolvi com 171... AGUARDEM!!!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A Saga - Como consegui meu primeiro emprego I

História Real - 26 de julho de 2010

Estava eu num dia comum, voltando de Jacareí, e minha mãe me pergunta porque eu parei de procurar emprego. Respondi que estava de férias da faculdade, logo férias do trampo de procurar um trampo. Vendo que iria tomar bronca a custa de nada, resolvi voltar a procurar emprego antes do término das férias da facul.

Estava em casa, numa preguiça que só, e eis que recebo uma ligação, era de um tal Rafael, falando para eu ir na Rua Boa Vista, 170... para uma entrevista de teleoperador da Atento. Eu como um pobre procurando chegar ao proletariado, resolvi ir.

Como todos sabem, só passam 3 ônibus perto de casa direto ao centro. É o 6450/51 - Valo Velho - Terminal Bandeira, que sai as 05h17, 06h17 e 07h17... se eu perdesse um... chegaria muito atrasado. Consigo pegar o ônibus, e ligo o cel na @Energia97fm aonde passava o Energia na Véia do Silvio Ribeiro, brisei muito ouvindo Will Smith como Fresh Prince, músicas como Time To Say Goodbye (Conte Partiro) e uma outra que não recordo agora, quando tocava uma que eu não curtia muito... mudava para a Rádio 91.3 que até hoje não faço a menor idéia de que rádio seja.

Quando estava atravessando o centro a pé, por volta de umas 8h50, eis que escuto as ultimas músicas do programa, e a produção escolheu Florida Inc - Fuck It (I Don't Want You Back), pensei... cara, como ele vai anunciar essa música? Na tradução literal ele sabia que iria se arriscar demais então disse:

"Para terminar o programa, a produção quis terminar com essa mensagem positiva para iniciar essa manhã. Florida Inc. Fuck It"

by Silvio Ribeiro

Pensei, é com essa mensagem que vou entrar na entrevista? Tô lascado.

Chego lá com 17 minutos de atraso, mas não perdi muita coisa, cheguei olhei a prova, fácil, devo ter sido o melhor, mas quando soube que a empresa era a Atento (antes só anunciaram a vaga sem dizer a contratante)... pensei, deixa eu já ir embora porque não vai dar em nada... mas o banco era tão confortável que fui ficando.

A Larissa Cestari (entrevistadora), me chamou pra conversar e me perguntou de que vaga tinha gostado, falei que a da Atento Santana - 07h - 13h... ela manda a papelada, fala para irmos rápido fazer o exame médico, e pegar a documentação pois na quarta era a data máxima do prazo.

Então no mesmo dia juntei metade dos documentos, no outro dia voltei a centro para fazer o exame médico.. aonde foi constatado que meu ouvido esquerdo é uma porcaria... grande novidade... estraguei vários fones direitos... ficando a ouvir só um lado...rs

Perdi minha ultima quarta livre procurando a Extra Consult da Lapa, cheguei lá depois do horário comercial, assinei o contrato, e voltei para casa tarde pra caramba esperando a ligação para o treinamento.

Dias depois a Larissa liga e me diz para ir na Rua Bela Cintra, pois faria o primeiro dia do treinamento lá, disse que tava tudo certo e que eu iria...

Termino aqui a primeira parte da história... anotem... isso foi no dia 28 de julho de 2010... o restante contarei amanhã...

ME SIGAM NO TWITTER @rcleston

domingo, 26 de setembro de 2010

O dia em que uma idosa me desrespeitou

História Real: 21 de setembro de 2010

Estava eu, voltando feliz da faculdade, tinha jogado um fut que talvez relate em breve. Pego o ônibus para o Term. Pq Dom Pedro II com medo de encontrar os andarilhos da Av. Alcantara Machado. Chegando no terminal pego o saudoso 6403/10 - Term. João Dias. Aonde sempre tiro uma soneca e acordo no terminal sendo empurrado pelo cobrador...rs

Mas vamos ao fato em questão. Anote e confira, era algo como 23:48, eis que me surge no horizonte o 695T/10 - Term. Capelinha. Entro no ônibus, e vejo que não compensava passar a catraca na hora. Então fiquei na região das portas, do nada surge uma idosa ou algo parecido e para(antigo pára) na minha frente. Eu começo a pensar que se alguém entrasse no ônibus, eu acabaria sendo empurrado, mas tudo bem, vida que segue.

Não sei porque, ela olhou pra minha cara e fez "brrrrrr" que nem os instrumentistas fazem com os instrumentos de sopro... aí a casa caiu... fechei a cara, pensei em dizer um palavrão, mas resolvi simplesmente usar minha revolta para passar a catraca e ficar distante da velha porca.

Pensando no motivo dela ter feito aquilo, eis que vejo a velha indo em direção a jovem moça que estava assentada no banco de deficientes. (Para quem quer saber se ela é bela, simplesmente digo que mamãe ficaria feliz com ela sendo nora...rs). Prosseguindo... a velha fechou a cara, olhou pra cara da moça e fez "brrrrrrr"...

Não contente com isso a jovem e babada moça também fecha a cara, mas prossegue na cadeira. Mas a velha queria fazer novas vítimas, e olhou para o cobrador, mas ela pensou bem... e achou melhor voltar para a porta, e descer no ponto perto da casa dela.

Termino essa saborosa história com uma lição de moral... quando alguém te faz mal, e você quer revidar... não revide, lembre que o revide pode te colocar em situação constrangedora.